03 setembro 2012

Feeling

Sempre que penso em Jesus, vejo um cara normal, amigável, bacana, palpável.

Sim, para mim ele é o Cristo, melhor dizendo, a cara que devo ter, a teoria que devo defender, a pessoa com quem devo andar, o mestre com quem devo aprender, o homem que eu devo ser, a palavra que eu devo ler, o foco que devo perseguir, o caminho que devo andar, a voz que devo falar, o ouvido que devo ouvir, o ensinamento que devo ensinar.

Dois mil anos são suficientes para nos distanciar dele ou, ainda, nos aproximar dele e pior (ou melhor), ao mesmo tempo.

Minha oração é para que eu e você (digo, eu e eu mesmo), não se desvie (emos) dessas palavras.

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