30 janeiro 2008

Uma das...

A proposta de Cristo é diferente de todas as outras existentes.
Homens como Gandhi, que até admirador do Mestre era, não deixaram fundamentos como o Rabi Galileu.
Alguns conceitos e acontecimentos bíblicos nos remetem a mistérios inexplicáveis.
Particularmente, creio na bíblia como palavra inspirada por DEUS, mas ela contêm escritos que podem nos levar a interpretações errôneas, dependendo de quem a manuseia.
Então, esta proposta consiste numa espiritualidade livre, porém vinculada.
Mas não vinculada a instituições religiosas, tampouco a crenças tradicionais.
A vinculação da liberdade cristã está nas pessoas que professam a mesma fé.
Ou seja, cada cristão, andando lado a lado, em um só propósito, sem hierarquia alguma, e como ensinou a própria palavra encarnada, " se alguém quiser ser o maior, que seja o que sirva".
Compartilhando com os não-da-fé, apenas por compartilhar, amando por amar, não necessariamente para que frequentem o mesmo antro religioso que frequentamos.
Poucos trilham, ou se arriscam a trilhar, essa proposta de Cristo, que é uma, dentre várias.

28 janeiro 2008

Vinculos e Liberdades

Sou adepto da liberdade, desde a livre-iniciativa até a livre-decisão.

Mas sei que a coisa funciona somente através do vínculo, ou sistema vinculativo.

Somente se faz o que está no parâmetro, somente se almeja o que já possui algum arcabouço.

Estar vinculado a algo ou alguém é seguro, porém depreciante.

Em contrapartida, escolher o que se quer, necessita de discernimento e uma certa vinculação a princípios informativos e regulamentares.

Pois ser livre, imbui ser dependente.

Quando sou independente financeiramente, sou dependente do meu emprego.

E por aí vai.

Ser livre, então, implica em se ter um vínculo.

Escolher a liberdade, é difícil, mais fácil é escolher o vínculo correto.

24 janeiro 2008

Lição

"Solidão machuca, mas inspira."

Júnior, 28 anos, presidiário há 8 anos que passou no vestibular, e que quando foi preso não tinha completado a 6ª série.

Esta é mais uma prova que esforçando-se, algo pode dar certo.

Esforcemo-nos.

23 janeiro 2008

A Perda de Algo

Dentre as possibilidades de intervenção do Estado na propriedade privada, encontra-se a desapropriação ou expropriação.

Nesta, que se dá por interesse social, utilidade pública ou necessidade pública, o Estado, mediante indenização, retira do poder do bem o próprio dono, e com isso, passa a ser o proprietário do mesmo.

Tem-se que observar se a função social da propriedade está sendo cumprida, pois se sim, não poderia haver expropriação.

Imagino que perder um bem não deve ser agradável.

Mais ainda, percebo que o Mestre nos ensinou que se nos tirassem a capa, deveríamos dar também a túnica.

O Cristianismo tem um lado até então não explorado pelos assim chamados.

Esse lado, se encontra em grande parte nos ensinamentos de Jesus em um Monte.

E os ensinamentos, embora sejam pesados, não são pesados.

Parodoxo ou contradição? Não sei. Mas o que sei é que estes, devem servir como parâmetro para uma vida mais saudável.

21 janeiro 2008

Vaidades

"Vaidade de vaidade, diz o pregador, tudo é vaidade." - Eclesiastes 12:8.

Tudo é vaidade, nos ensinou Salomão.

E vaidade é perca de tempo.

No que fazemos, ela está inserida.

Somos vaidosos com as coisas mais simples.

É como correr ao vento, sem poder segurá-lo.

19 janeiro 2008

Resposta sem resposta

Mas não é nada fácil conformar-se com a condição de não ser nada, não fazer nada e juntar-se a um bando de meros nadas. O que será que Deus estava pensando quando bolou esse plano? Ora essa!
Lou Mello.


Realmente, ser nada, nem fazer nada, tampouco juntar-se com meros nadas é algo que nos torna, eu diria, cristãos.

Explicações Divinas!? Eu também gostaria de tê-las.

18 janeiro 2008

Trecho de A Sedução da Ortodoxia.

"A inescapável graça de Deus, segundo Jesus, está pronta a agir em favor não apenas dos pecadores – o que deveria parecer por si mesmo admirável – mas também dos incompetentes, dos deficientes, dos tolos, dos insensatos, dos imaturos. A verdade foi escondida, garante Jesus, dos doutos e estudados e revelada aos mais parvos dos discípulos. Para entrar no Reino é necessário que nos tornemos “como crianças” – condição que não denota, ao contrário do que se pensa, um atestado de inocência, mas de incompetência. Para beneficiar-se do Reino é preciso ser incapaz. Requer-se não ter noção do que está acontecendo e não ter noção de como parar o processo aparentemente irreversível do qual fazemos parte. É preciso ser capaz de baixar a bola e delegar o controle e a compreensão do que está acontecendo a outro. É preciso ter uma vaga idéia, não certeza. Fé, não crenças. Confiança na suficiência do cavalheirismo de Deus, não no mérito arbitrário da ortodoxia."

16 janeiro 2008

Estórias contadas

Uma história tem no mínimo duas versões.

De cada ângulo se obtêm uma versão.

Corromper a verdade é intríseco à humanidade.

E olha que somente no sentido literal, pois o que é VERDADE, nunca se corrompe.

As escrituras dizem que o Rabi de Nazaré é a verdade.

E que esta liberta.

Bem, meias verdades são, falando sério, histórias pra boi dormir.

Talvez, devamos observar melhor o que nos contam, ou, melhor dizendo, o que nossos ouvidos escutam e olhos leêm.

Para que não sejam estórias, cheias de inverdades.

11 janeiro 2008

Olhe para si

As leis protecionistas visam a equiparação dos mais fracos com os mais fortes.

Por finalidade acabam gerando outro pé de desigualdade e desparate.

O ordenamento jurídico brasileiro, enquanto normas escritas e postas para a sociedade tem a observância de princípios importantes como o da Segurança Jurídica e da Isonomia.

Ocorre que as pessoas leigas tem um senso de justiça meio que diferente, ou igual, digamos.

Como nos relatos históricos e até bíblicos, vemos que as massas clamam por uma justiça distorcida.

Querem justiça com os outros, que paguem por seus erros e que sirva de lição para quem mais o cometer.

Ao mesmo tempo, querem misericórdia para si, que sejam absolvidos pois se encontram arrependidos.

E isto é visto em todos os meios sociais, desde igrejas até clubes e presídios.

Condena-se aquele que não se conhece e querem perdão pelas cagadas que saem fazendo.

O Rabi ensinou que não deve ser assim.

Ele disse, claramente, que com a mesma medida que medirmos seremos medidos.

Também que não devemos reparar no cisco nos olhos dos outros, quando em nossos, encontra-se traves bem grandes.

Vivamos nossas vidas.

Cada um a sua, por favor.

10 janeiro 2008

Voltando aos poucos

De volta aos rabiscos.

Após um tempo de pausa, percebo que não sou mais o mesmo.

Diariamente minhas aspirações mudam de rumo e sonhos de percurso.

Muitas vezes não por opção minha, mas sim pelo simples curso natural da vida.

A proposta de um ano novo com coisas novas é simplesmente o que devemos fazer dia após dia, renovar nossas esperanças.

Para que assim caminhemos para alcançar a plenitude da vida, tão proposta pelo Mestre.

Falando no Rabi, minha meta é renovar minhas forças e esperanças NEle.

Andando por aí, percebo o quanto estamos longe do ideal cristão.

Mas, quanto a mim, pelo menos, pretendo ser alguém melhor.

Não em 2008, mas um dia após o outro.

Os ares de outros lugares, são, no fundo, os mesmos daqui.

06 janeiro 2008

Quer saber?

Já foi.

Trecho da música da Banda Jota Quest.