19 março 2010

Fato Constitutivo

A lei, enquanto instrumento preventivo e repressivo de condutas plausíveis e dever-ser é boa.
Digo isso porque sua intenção é disciplinar a vida em sociedade e punir eventuais excessos.
Os excessos, por sua vez, são inerentes aos seres humanos.
A normalidade de condutas ante aos excessos puníveis são enormes, e não se engane, eu e você praticamos e proclamamos teorias que ofendem a dignidade de pessoas alheias.
A questão então não seria a razão de sermos assim, até pelo motivo de que tal discussão cabe à ciência e suas formas de pensar, mas sim o que fazer a fim de evitar agir ou pensar de modo depreciativo a minha condição de ser humano?
Ao constituir minha mente com fatos que sei serem amorais e imorais, muito embora ainda os defenda em contrapartida de minha consciência, construo em mim monstros capazes de toda e qualquer conduta prejudicial a saúde e bem-estar social.
Tenho por mim, que a resposta para tal assertiva está dentro do coração. O Espírito Santo de Deus tem por missão, biblicamente falando, convencer-nos do pecado, justiça e juízo.
Do pecado para crermos que Jesus é o filho de Deus, que morreu em nosso favor.
Da justiça pois Jesus ressuscitou e ascendeu aos céus e não o veremos mais.
E do juízo porque o princípe deste mundo, Mamon, Satã, Lúcifer, já foi julgado.
Oro a Deus, para que convença a mim e a ti através de seu Espírito.
E assim possamos nos tornar pessoas boas, amáveis, retas diante de Deus e dos homens.