04 fevereiro 2013

Não há sequer um

Não nos enganemos, diria eu. Não há um sequer que não tenha uma falha, um espinho na carne, uma tendência ao maligno.

Dinheiro, fama, poder, pornografia, ilicitudes, egoísmo, homicídios, agressões, roubos, corrupções são poucos dos adjetivos ruins em que vez ou outra, ainda que em um só ponto, seja você certinho ou não, ainda nesta vida, irá escorregar, se é que ainda não escorregou.

Sinto-me compelido a dizer que nos ensinam o incorreto, no que tange a conduta desviada. Não ensina-se que errar é humano, logo, todos estão sujeitos a tanto, mas sim que errar é condenável e quem o faz é passível das mais cruéis penalidades. 

É certo que a semeadura é lei divina, colhe-se o que se planta. Também o é que todos erraram, exceto um, aquele que não experimentou o dolo e que dirigiu-se ao abate, como cordeiro mudo, por amor de todos nós.

Erraste? Peça perdão a quem lesou e ao Deus criador de toda a terra, que é misericordioso para os que a E'le se achegam.

Nossa pretensões, por vezes enganosas, tendem a nos cegar e ensurdecer do entendimento/procedimento correto. Valha-me Deus e Pai de meu Senhor Jesus Cristo, que eu enxergue com meus olhos e ouça com meus ouvidos.