08 agosto 2010

O meu jeito de ser/ Dia dos pais

Sobre ser como eu sou, tenho várias considerações. Afinal, eu me conheço mais que todos, até do que eu mesmo. Papo maluco? Não. É só a consciência de que tendo meu jeito me diferencio dos demais, torno ímpar um mundo de pares e singularizo o plural das idéias.

Como todo ser humano, fruto da criação Divina e embuído da semelhança do Papai do céu misturado com o pecado fruto da carne, tenho qualidades e defeitos, mais um que outro, por vezes.

Assim, como um Rabi de Nazaré que fez discípulos pescadores de homens, não sou unânimidade em várias rodas de vários assuntos e estórias. Agrado uns, odiado por todos (ops, outros!) tenho por mim que o segredo da vida é buscar uma vida simples, justa, fiel, amável, temperante e mansa.

Ah, a mansidão. Ela é fruto do Espírito (de Deus) e creio ser virtude vinda dos céus, para quem pede, ou quem luta por ela. Não rechaçar o inimigo, não revidar a ofensa, não desferir golpes no algoz são poucas situações que merecem nossa atenção especial, principalmente em nosso mundo em que o normal é lutar, brigar, ferir.

Enquanto busco esse modo de viver 'simples' que com certeza estou longe da plenitude (bom resultado) resta-me finalizar o dia dos pais, data comercial, com a lição de que (para mim) ser pai é morrer pelo filho, como Deus deve ter morrido por Jesus, ou vice-versa.