23 novembro 2010

Apelos

São tantas as campanhas apelativas que acabamos por ceder a várias.

Faça isso! Crie o seu! Faça o login! Compartilhe! Adquira! etc.

Isso sem contar nas demandas em que te incluem no negócio sem a tua própria anuência, o que de fato é ilegal e imoral.

Penso que ser político tem limites e estes não são respeitados.

Primeiro pelo simples motivo de que ninguém é igual a ninguém, de modo que se uns fazem uma coisa, não significa que outros devem seguir o mesmo rumo.

Depois, a consciência deve ser ouvida, o coração deve ser argüido e o sabor deve ser aprovado.

Não se pode ceder aos apelos constantemente. E dura coisa é não ceder aos apelos da vida!

Ser o chato, o que não participa e o que se recusa é privilégio de poucos e para poucas situações.






17 novembro 2010

É batata

Eu tento chegar primeiro e sinto o freio sendo puxado de alguma maneira.

Cabresto? Pode ser.

Ainda assim sou grato a Deus pela sua bondade e misericórdia.

08 novembro 2010

Quem ri por último, ri por último.

A concessão de benefícios sem a observância da isonomia, ou seja, o tratamento igualitário para os iguais e desigualitário para os desiguais nas medidas de suas desigualdades além de não ser boa, machucar e reprimir, faz-se perceber quem são os 'amigos do rei' e os meros desapercebidos.

Não, não é algo que acontece somente comigo! Vejo todos os dias pessoas sendo preteridas por outras de igual ou inferior capacidade e qualidade.

Observo milhões nas mesmas condições, mas o resultado, que é final, revela a realidade desigual de iguais, com favorecimentos por vezes ilícitos e poeiras e mais poeiras para debaixo dos tapetes da vida.

Dias atrás vieram me apresentar um caso, o camarada queria apenas o seu direito que vinha sendo procrastinado em detrimento dos demais mais bonitos (leia-se influentes).

Todos os poderes, em todas as esferas se deixam uns de lado quando outros ascendem aos mais altos postos. É o capitalismo, me diriam.

Penso ser mais a maldade em nossos corações que não permite que abracemos e abrangemos a todos, sem distinções, dentro do princípio isonômico.

E um homem, aparentemente feio e que andava com mendigos de rua, nos ensinou que não poderia ser assim.