07 dezembro 2010

Políticas e Gestão

Quando se age politicamente ante a Administração Pública, corre-se vários riscos.

A gestão das autoridades constituídas, por Deus diz a bíblia, sempre é questionada pela sociedade menos instruída, e também sempre com jargões e palavras de baixo calão.

Os que roubam o dinheiro público, assim como dizem os populares, ou se preferir os de 'colarinho branco' são outros que segundo o clamor social deveriam ser extirpados da face da terra, salvo, é claro, se houver para mim alguma benesse, fato este que iria contra a crucificação.

Na gestão pública, o uso devido dos gastos e a prestação de contas de modo transparente são metas a serem atingidas, muito embora no âmbito estatal a máquina administrativa brasileira ainda continuar engessada.

Temos, nós os brasileiros, contemplado (os que podem acompanhar, claro) os mutirões do CNJ - Conselho Nacional de Justiça, STJ - Superior Tribunal de Justiça, CNMP - Conselho Nacional do Ministério Público, órgãos estes que além das atividades jurídicas e judicantes, atuam como fiscalizadores dos órgãos e esferas do Poder Público.

Penso que o engessamento se deve a um Poder Executivo desfalcado, esquecido, com poucos servidores capacitados e comprometidos e um Poder Legislativo preguiçoso e inerte.

Nas políticas públicas, em minha míope visão, o modelo certo de gestão consiste primeiramente na elaboração de uma equipe técnica, sem a qual não se trabalha com qualidade, perpassando pela capacitação contínua dos servidores, por meio de cursos, simpósios e análises de perfil de competência e atribuição.

Não poderia ser tão difícil ser um membro do Poder Executivo ou Legislativo, o que de fato não o é, mas o que é difícil é ter o poder nas mãos e não usá-lo indevidamente ou ainda deixá-lo esvair-se em suas próprias mãos.

No Poder Judiciário, onde nem tudo sempre funciona também, há as mazelas levadas ao povo para solução de conflitos, o que não exime a magistratura da responsabilidade outorgada por Deus desde o livro de Juízes, em pacificar o planeta terra.

A política pode ser suja e desonesta, mas pode ser cortês e camarada, muito embora a população brasileira ainda não tenha sido agraciada em sua totalidade com o método político eficaz e honesto que tanto merecemos.

23 novembro 2010

Apelos

São tantas as campanhas apelativas que acabamos por ceder a várias.

Faça isso! Crie o seu! Faça o login! Compartilhe! Adquira! etc.

Isso sem contar nas demandas em que te incluem no negócio sem a tua própria anuência, o que de fato é ilegal e imoral.

Penso que ser político tem limites e estes não são respeitados.

Primeiro pelo simples motivo de que ninguém é igual a ninguém, de modo que se uns fazem uma coisa, não significa que outros devem seguir o mesmo rumo.

Depois, a consciência deve ser ouvida, o coração deve ser argüido e o sabor deve ser aprovado.

Não se pode ceder aos apelos constantemente. E dura coisa é não ceder aos apelos da vida!

Ser o chato, o que não participa e o que se recusa é privilégio de poucos e para poucas situações.






17 novembro 2010

É batata

Eu tento chegar primeiro e sinto o freio sendo puxado de alguma maneira.

Cabresto? Pode ser.

Ainda assim sou grato a Deus pela sua bondade e misericórdia.

08 novembro 2010

Quem ri por último, ri por último.

A concessão de benefícios sem a observância da isonomia, ou seja, o tratamento igualitário para os iguais e desigualitário para os desiguais nas medidas de suas desigualdades além de não ser boa, machucar e reprimir, faz-se perceber quem são os 'amigos do rei' e os meros desapercebidos.

Não, não é algo que acontece somente comigo! Vejo todos os dias pessoas sendo preteridas por outras de igual ou inferior capacidade e qualidade.

Observo milhões nas mesmas condições, mas o resultado, que é final, revela a realidade desigual de iguais, com favorecimentos por vezes ilícitos e poeiras e mais poeiras para debaixo dos tapetes da vida.

Dias atrás vieram me apresentar um caso, o camarada queria apenas o seu direito que vinha sendo procrastinado em detrimento dos demais mais bonitos (leia-se influentes).

Todos os poderes, em todas as esferas se deixam uns de lado quando outros ascendem aos mais altos postos. É o capitalismo, me diriam.

Penso ser mais a maldade em nossos corações que não permite que abracemos e abrangemos a todos, sem distinções, dentro do princípio isonômico.

E um homem, aparentemente feio e que andava com mendigos de rua, nos ensinou que não poderia ser assim.

19 outubro 2010

O (mau) caráter das pessoas

Dias atrás, via uma contestação judicial, fui taxado de agir com má-fé, safadeza, mentira.

Até pensei em responder, como fazia e gostaria de fazer, mas me calei.

Meu caráter, já formado segundo a ciência, é mais mau que bonzinho, muito embora eu ainda ache que em mim mesmo há muitas coisas (atitudes, conceitos, etc) boas.

Semanalmente vejo-me lendo Galátas 5, e a diferenciação dos frutos da carne e do espírito. Confesso que muito mais me sentido o Caju da Carne do que a Cereja do Espírito.

Naquele caso, penso (talvez por meu caráter corrompido) que agi corretamente, e que o nobre colega apenas enalteceu sua tese de defesa para tentar ludibriar o juiz. Verei na sentença, se um dia ela sair de lá, óbvio.

No mais permaneço eu, acreditando que acredito, tentando o impossível (salvar-me a mim mesmo). Quiçá um Galileu que uns dizem ser o deus desconhecido dos gregos me salve, se puder!

18 setembro 2010

Rusga

Rusga, para Cuiabá, é um acontecimento marcante. Consiste na revolução dos 'brasileiros cuiabanos' contra os 'portugueses bicudos'. Sobre o Brasil da época, as revoluções eram constantes, como farroupilha, baianada, dentre outros.
Em Cuiabá, outrora capital da Capitania de São Paulo sob o governo de Rodrigo Menezes, o ouro que era mais presente aqui na prainha (atual centro) do que nas Minas Gerais não existia mais. Os bicudos, assim chamados por ocasião de Manoel Bicudo portugues descobridor destas áreas, dominavam o comércio e a cuiabania reuniu-se e os matou. Cortaram suas orelhas e faziam colares como troféus.
A vergonha de uma cidade. O sangue derramado. Como limpar a violência de uma rua, um bairro, uma cidade, um Estado, uma Nação?
O segredo é individual. Não nos diferenciamos dos bicudos egoístas que dominavam o mercado cuiabano, tampouco dos cuiabanos assassinos de bicudos.
Somos assim, embuídos de toda espécie de maldade.
Muitos anos antes da rusga cuiabana, nasceu um menino em Nazaré na Galiléia. Ele se tornou um Mestre, mais a frente reconhecido como o Cristo - Enviado de Deus - que certa vez pregou em um monte:
'Se tomar um tapa na cara, ofereça a outra. Se for forçado a andar uma milha, ande duas. Se lhe roubarem a túnica, ofereça a capa'. Arriscava-se a dizer para todos ouvirem.
Nosso egoísmo não pode nos impedir de compartilhar com o próximo - todos - e nossa violência deve se transformar na mansidão e longanimidade da vida, para que quer vivamos quer morramos, sejamos homens e mulheres lembrados pela bondade e amor despreendido, e não pela violência e egoísmo da vida.
Não é fácil, ninguem disse que o seria. Vamos andar mais uma milha?

08 agosto 2010

O meu jeito de ser/ Dia dos pais

Sobre ser como eu sou, tenho várias considerações. Afinal, eu me conheço mais que todos, até do que eu mesmo. Papo maluco? Não. É só a consciência de que tendo meu jeito me diferencio dos demais, torno ímpar um mundo de pares e singularizo o plural das idéias.

Como todo ser humano, fruto da criação Divina e embuído da semelhança do Papai do céu misturado com o pecado fruto da carne, tenho qualidades e defeitos, mais um que outro, por vezes.

Assim, como um Rabi de Nazaré que fez discípulos pescadores de homens, não sou unânimidade em várias rodas de vários assuntos e estórias. Agrado uns, odiado por todos (ops, outros!) tenho por mim que o segredo da vida é buscar uma vida simples, justa, fiel, amável, temperante e mansa.

Ah, a mansidão. Ela é fruto do Espírito (de Deus) e creio ser virtude vinda dos céus, para quem pede, ou quem luta por ela. Não rechaçar o inimigo, não revidar a ofensa, não desferir golpes no algoz são poucas situações que merecem nossa atenção especial, principalmente em nosso mundo em que o normal é lutar, brigar, ferir.

Enquanto busco esse modo de viver 'simples' que com certeza estou longe da plenitude (bom resultado) resta-me finalizar o dia dos pais, data comercial, com a lição de que (para mim) ser pai é morrer pelo filho, como Deus deve ter morrido por Jesus, ou vice-versa.

14 julho 2010

Mea maxima culpa.

Sobre os últimos acontecimentos, desde futebol, vazamentos de óleo no mar, conflitos entre países e violência contra a mulher, chego a algumas conclusões, varíaveis talvez, que a culpa de tudo é de todos, digo, nossa.

É nossa culpa a desigualdade social, pensamos em trabalhar pouco, acumular muito, ajudar nada, gastar com carros, imóveis e mulheres. E as mulheres, pensam em operações plásticas e homens ricos, nada mais.

É nossa culpa a violência que homens e mulheres sofrem dia a dia, veiculamos com veemência no jornal os casos chocantes e nada fazemos por isso.

É nossa culpa o analfabetismo e grosseria social, não se ensina nem aos próprios filhos bons modos e disciplina para estudos, quanto mais aos filhos alheios.

É nossa culpa a culpa que carregamos no peito, culpa esta que é facilmente comprada com conforto, tranquilidade, orações bonitas e ajuntamentos encharcados de música e palavras de incentivo.

É minha culpa. É sua culpa.

E, pelo visto, continuaremos sem fazer nada. E disso, virá o juízo sobre nossas almas.

02 maio 2010

Poder de Deus

Quero compartilhar momentos sobre o poder sob uma enfoque da vida de Jesus o Cristo, da Galiléia.

Também auto-intitulado o filho do homem ou ainda filho do Deus Altíssimo, Jesus disse que do céu havia recebido todo o poder.

Noutra hora disse que tinha poder para perdoar pecados, bem como ressuscitou a mortos e restaurou enfermidades de várias pessoas.

Parte desse poder, tão declarado na pessoa de Jesus, foi repassado aos seus discípulos. Tal consiste em pisar em cobras e escorpiões, expulsar demônios e ensinou-nos a guardar o que havia mandado.

E'le questionou certa vez os saduceus sobre como erravam acerca das escrituras e do poder de Deus.

O poder até aqui mal entendido, por mim e por todos, seria extraordinário, de modo que a vivência imbuída do poder do alto - de Deus - delegada aos que creêm na graça de Jesus, deve consistir em ações propositivas, entenda-se sair da cadeira e começar a utilizá-lo.

Por óbvio que somente os preparados, os estudados, os vividos, os experientes, os sábios, os anciãos detém o conhecimento e a habilitação para usarem de tamanho poder nos moldes descritos por Cristo.

Isso, pois os néscios, neófitos e cia ainda são homens de pequena fé, talvez levados por toda sorte de vento, talvez sedentos e discípulos com afinco, mas sem a argucia de Jesus em expulsar demônios das mais altas castas do inferno, por ex.

Busquemos assim o poder de DEUS, doado na história a Jesus o Messias Salvador Libertador, delegado aos que se declaram seus seguidores, mediante a fé, pela graça, com temor e tremor, para que o usemos em prol do reino de DEUS, que é chegado a nós.

Amém.

25 abril 2010

2012

Penso nas especulações acerca deste ano.



O ibope vai as alturas quando se diz "fim do mundo".



Canais de tv fechada exploram as "profecias" de Nostradamus, dos Maias, Incas, Egípcios, fumadores de haxixe, demais religiões e pensadores.



O fim é inevitável. A extinção dos recursos naturais é inevitável.



Se hoje ou amanhã, ou ainda daqui a séculos, só Deus o sabe.



Defendo veementemente a volta de Jesus Cristo ao planeta Terra, não como alguns, mas esperando a geração da figueira* que creio não ser a minha.



Penso (logo existo), que as especulações sobre o fim são mal fundamentadas e, lógico, irealizáveis.



O que realmente têm importância se o mundo acabar?



Primeiro, se existe um Deus, o que prestar contas a Ele.



Segundo, se existe uma consciência no além, o que prestar contas a si.



Terceiro, se não existe nada, o que fazer agora, preservar a vida e a natureza, ou acabar mais rapidamente com os recursos naturais.



Várias as hipóteses, inúmeras respostas e soluções.



Sugiro, como se isso bastasse, que amemos a Deus acima de tudo (isso é proveniente da fé), amemos uns aos outros, amemos este planeta e simplesmente, amemos.

02 abril 2010

O Livro de Eli

Está nos cinemas o filme O Livro de Eli.
Consiste no êxodo de Eli, um sobrevivente de um planeta terra desolado pela guerra, em que precisa marchar para o oeste, a fim de levar sua bíblia, único exemplar restante, para algum lugar que não sabe onde é, por ocasião de ter escutado os desígnios de Deus.
Julgo que muitas pessoas saíram do cinema, sem entender o filme.
Preciso aqui expressar o aperto de meu coração em ver um filme desse aporte com uma única mensagem, dar a vida se preciso for para preservar as escrituras e contribuir para a reconstrução de uma humanidade mais justa e solidária.
Se dependesse só de mim, por óbvio, estaríamos fritos, contudo, a vontade de meu coração é ser como o personagem, ainda que comentendo vacilos, ainda que se desviando do caminho, seguir rumo ao alvo que Deus estabeleceu para minha vida, e nesse caminho:
Combater o bom combate, acabar a carreira, guardar a fé (2Timóteo 4:7)

19 março 2010

Fato Constitutivo

A lei, enquanto instrumento preventivo e repressivo de condutas plausíveis e dever-ser é boa.
Digo isso porque sua intenção é disciplinar a vida em sociedade e punir eventuais excessos.
Os excessos, por sua vez, são inerentes aos seres humanos.
A normalidade de condutas ante aos excessos puníveis são enormes, e não se engane, eu e você praticamos e proclamamos teorias que ofendem a dignidade de pessoas alheias.
A questão então não seria a razão de sermos assim, até pelo motivo de que tal discussão cabe à ciência e suas formas de pensar, mas sim o que fazer a fim de evitar agir ou pensar de modo depreciativo a minha condição de ser humano?
Ao constituir minha mente com fatos que sei serem amorais e imorais, muito embora ainda os defenda em contrapartida de minha consciência, construo em mim monstros capazes de toda e qualquer conduta prejudicial a saúde e bem-estar social.
Tenho por mim, que a resposta para tal assertiva está dentro do coração. O Espírito Santo de Deus tem por missão, biblicamente falando, convencer-nos do pecado, justiça e juízo.
Do pecado para crermos que Jesus é o filho de Deus, que morreu em nosso favor.
Da justiça pois Jesus ressuscitou e ascendeu aos céus e não o veremos mais.
E do juízo porque o princípe deste mundo, Mamon, Satã, Lúcifer, já foi julgado.
Oro a Deus, para que convença a mim e a ti através de seu Espírito.
E assim possamos nos tornar pessoas boas, amáveis, retas diante de Deus e dos homens.

25 fevereiro 2010

Injúrias

Fico triste quando percebo o quanto menosprezamos as pessoas no dia a dia.
Nós, eu e você, e por favor, não negue.
Em maioria, as que (as vezes sem saber) praticaram algum mal a nós ou um dos nossos almejamos execrá-las.
E os pobres? pedintes? homossexuais? religiosos? políticos? jogadores de futebol? servidores públicos? policiais?
Cada um desses, e muito mais, são alvo da nossa língua afiada.
Sempre temos um motivo, que afiguramos justo.
A bíblia tem uma resposta para mim e para você.
"A ira do homem não produz a justiça de Deus".
Deixemos de lado, eu e você, de meter a boca nos outros. Temos uma boca e dois ouvidos, sensato é falar menos e ouvir mais.
Falar mal dos outros? Desejar o mal? Irmãos, não pode ser assim.
(Sem contar que é crime, tá!?)

24 fevereiro 2010

Ética

O Conselho Nacional de Justiça condenou três desembargadores e sete juízes do Estado de Mato Grosso a pena máxima prevista na LOMAN, aposentadoria compulsória.
São acusados, em síntese, de desviar dinheiro público e destiná-lo a Loja Maçonica da cidade de Cuiabá e Poconé-MT.
A argumentação da defesa consiste em desqualificar a conduta, uma vez que os valores destinados a maçonaria eram de salários e proventos atrasados e ainda, que recebidos os valores salariais, cada um pode dispor de seu dinheiro, como bem lhe aprouver.
Não temos dúvida, trata-se de uma decisão pautada na quebra de ética dos judicantes.
Sentimo-nos assustados por tal decisão, por não ser normal corregedorias, comissões de ética, tribunais, etc agirem com justiça pautados na quebra da ética profissional.
Por outro lado, com a discussão de que aposentadoria compulsória (vide Lalau) não é pena nem aqui nem na China (exceto para os cabides de emprego).
No cristianismo, que fazemos questão de ignorar na aplicabilidade mas amamos utilizá-lo para nos auto-defender, estão bons ensinamentos sobre andar em retidão.
Penso que a imparcialidade, atributo da magistratura, foi ferida de morte, por estes e outros juízes que não concedem a justiça verdadeira aos necessitados.
Como Paulo o apóstolo diria, não há comunhão entre luz e trevas.
Neste conto todo, ganha a sociedade matogrossense e brasileira, que diante de tal precedente pode começar a ter fé na lisura, transparência e aplicação da justiça aos desonestos.

10 fevereiro 2010

Hell

Na briga entre o bem e o mal, lá está ele.

Nesse lugar haverá choro e ranger de dentes, disse Jesus.

E ainda, o fogo não se apagará, as larvas não morrerão.

Lago de enxofre, cadeia eterna, condenação, vários são os nomes.

Os personagens desse lado malvado são os mais variados demônios em suas formas, tais como possuidores, enganadores, mentirosos, lascivos, sedentos por sangue.

E os que lavarem suas vestes no sangue do cordeiro de Deus, Jesus o Cristo, obedecendo seus mandamentos, sendo firmes, fiéis, arrependidos, mansos, humildes até poderão não experimentar a morte.

Já os escarnecedores, incrédulos, abomináveis, homicidas, fornicadores, experimentarão a segunda morte.

Não existem regras, não existem sistemas de recompensa, Deus pode tanto ter misericórdia de todos, quanto de ninguém.

Cabe-nos, penso eu, nem olhar para o céu, reconhecer nossa insuficiência perante o Pai que está nos céus e clamar pela misericórdia divina.

10 janeiro 2010

Mais um ano.

Todos querem as mesmas coisas.

Resumindo, seriam conforto (habitação, locomoção, passeio, dinheiro, etc) e saúde.

Muitas são as formas, mas poderíamos dividi-las em lícitas e ilícitas.

As lícitas, a depender da origem, formação e disposição podem gerar obtenção de êxito nas metas da vida (o Lula, filho do Brasil, é Presidente).

Já as ilícitas poderiam resultar em impérios, que tão fácil como se levantasse cairiam, a la beira-mar, abadia ou arcanjo.

As religiões também prometem conforto e saúde. Umas em caráter terreno, outras no além.

O judaísmo, cristianismo, islamismo e outras consideradas religiões milenares defendem a existência de uma vida eterna.

Puxando a sardinha para meu lado, claro, Jesus, o Cristo, propôs algo diferente de conforto e saúde, para essa vida.

Sua campanha, em banquinhos nas praças e sinagogas de Jerusalém, Samaria e outros lugares consistiu em oferecer vida eterna, perdão de pecados, perseguições, disposição aos outros, amor com obras, suor, cansaço, bofetadas, aceitação e rejeição, dentre outros.

Não, ele não foi eleito. Não nessa política que fizeram com o nome dele.

Reuniões com objetivos políticos não fazem parte do que ele, Jesus, propôs.

No Reino dEle, tem que ser menor, tem que servir, tem que andar mais milhas, perdoar pecados, pedir perdão, confessar erros, bater no peito e clamar misericórdia.

Mais um ano em que no Brasil teremos eleições.
Mais um ano de mortes pela causa do Islã.
Mais um ano de americanos matando estrangeiros.
Mais um ano de promessas.
Mais um ano de desilusão.
Mais um ano de evangélicos envergonhando o evangelho.
Mais um ano de críticas infundadas.
Mais um ano.

Mais um ano.

04 janeiro 2010

Circuncisão

Paulo, o apóstolo que viu a Jesus no caminho de Damasco, deve ter provado da circuncisão.

Esta, tradicionalmente, era formalizada no oitavo dia de vida do menino.

Sendo judeu, fariseu e discipulado por Gamaliel, de acordo com a tradição judaica, possivelmente provou daquilo que em Gálatas capítulo 5 ele mesmo reprova.

Reprova sim, quando diz que a lei, para quem a guarda, com a circuncisão, de nada se aproveita Cristo.

Pois Cristo é a graça, que alcança a todos, mediante a fé que opera em amor, e não pela lei judaica que é ineficaz, visto que quem quiser cumprir a lei, se cair em um preceito, infringe toda a legislação.

O resultado é andar em amor, operando a fé servindo uns aos outros, em auxílio, para que em Cristo nos ajuntemos e possamos produzir bons frutos.

Nada de lei, regras, preceitos. Tudo de Cristo Jesus, o Senhor, mediante a fé, o amor e a esperança.