27 agosto 2009

Intempéries

Certa feita, quando o tempo parece castigar, ou as circunstâncias nos fazem calar, e o coração se entristece, parece que não há chão, surge algo que muda tudo.

Não, não to falando de mega-sena, ou casamento milionário, ou abonos/isenção de dívidas, ou sequer milagres da divindidade a qual sua crença se relaciona.

Em português crasso, seria como o pé na bunda que te leva pra frente, o tropeço que te faz ir além, a paralisia que te enche de força de vontade.

Tá certo, tá certo, todas as implicações positivas nos levam adiante, trocar o carro, ter dinheiro na conta, postar no blog, ser bem quisto socialmente, morar bem, ter milagres realizados em nós.

Quando falo em cristianismo, que não se confunde com catolicismo, espiritismo e evangelicalismo, que ao mesmo ínterim tem e não tem relação com àquele, falo de Jesus, o Nazareno, e seus ensinamentos.

A relação que faz algo mudar tudo, do ruim para o bom, das dificuldades para a esperança, do tudo para o nada (ou vice-versa), está ligada ao Cristo de Deus e permeada pela fé, que por meio dela, os antigos obtiveram bom testemunho.

E quando se aprende mais daquele que mudou o rumo da humanidade, ser sofredor se torna sinônimo de ser bem-aventurado e perder por amor de Jesus, é ganhar, invertendo assim os valores do coração.

Não sei dizer muita coisa, mas não podemos mais andar longe do caminho estreito, que não nos conduz à perdição, mas sim para a luz, para o Reino.

Nem sempre será fácil, nem sempre será bonito, nem sempre será agradável, tampouco doce e prazeroso, porém é necessário, buscar a Deus, através de Jesus, por intermédio do Espírito.

24 agosto 2009

Ahá

Te peguei no flagra, com a mão na butija, na hora.

E não me espantei, apesar de não prever, que quando eu chegasse perto de você, isso iria acontecer.

E quando Paulo de Tarso iria de supresa a Corintos? E quando as cidades não tinham mais a presença do Nazareno?

A tentação, que é humana, e que tem livramento, falaria forte.

De modo tal, de jeito tanto, que um piscar de olhos em falso, remeteriam ao erro.

E se para cair é preciso estar em pé, não me venha com churumelas, me dizendo estar isento do isentável, estar livre do que se não pode evitar, erguendo esse nariz feio e essa voz que engana a muitos.

Queria te ver como eu queria me ver, ainda que em pé, ainda que caído, com humildade diante do Mestre, e o coração contrito.

Para essa querela, mesmo de calças curtas, só achei uma solução, temer a Deus em oração.

Levanta essa calça, guarda a botija no lugar, vamos caminhar até Emaús.

23 agosto 2009

E tudo se faria.

Eu queria escrever para todos lerem.

E desenhar canções, que extravazam as fronteiras do coração.

Encher barrigas vazias de comida boa e corações vazios do amor Divino.

Abraçando a cada um, independente do cheiro, sabor ou pudor.

E trazer as estrelas para mais perto de mim.

Desenhando as curvas do perfeito amor.

E ensinando que permanecem a fé, a esperança e o amor, que destes é o maior.

Traria as praias para o centro oeste, e o pantanal para o litoral.

Escrevendo todo dia, curando enfermidades, restaurando sonhos, abrigando desabrigados.

E na escrita ainda o sol voltaria a brilhar e as noites não seriam tão perigosas.

E E'le, o grande EU SOU O QUE SOU andaria conosco, todos os dias, visivelmente.

E eu escreveria algumas coisas diferentes, apagando uns ocorridos, consertando situações, alternando a história.

Mas não é assim que acontece, não foi assim que ocorreu, não há indícios de que a palavra escrita, que se fez carne, escreveu tudo, inclusive sua própria transgressão.

12 agosto 2009

Te encontrarei

No meio da chuva.

No deserto ardente.

Na noite escura.

Na neblina fria.

No pantanal.

Na praia.

No fim do dia.

No amanhecer.

No abrir dos olhos.

Nos meus sonhos.

Seja como for.

09 agosto 2009

Me perco de mim mesmo.

Tantas matérias para estudar, leituras para ler, compromissos e mandamentos para cumprir, ritos para celebrar, e eu me perco de mim mesmo.

Me perco de minhas metas, de meus sonhos, de meu eu.

Me perco das paixões, dos amigos, da blogosfera, das mulheres.

Me perco do som do carro, da televisão, dos telefonemas, dos emails, das necessidades medianas.

Sei que para me achar, preciso de Jesus Cristo, e ainda das implicações de estar ao lado dEle.

Mas mesmo assim, inclinado a querer cuidar de mim, mais do que propriamente deixá-lo cuidar, me perco.

As duas esferas em que me sinto mais perdido, de mim mesmo, claro, são na esfera sentimental.

Me sinto perdido, por achar, por vezes, não conseguir amar.

Ou ainda, quando me sinto cuidado pelo Divino, em detrimento de outros, ou não cuidado, como a todos os demais mortais.

E nessas idas e vindas, correrias e calmarias, tempestades e brisas suaves, pretendo seguir, sem me perder de vista, e sem perder a Cristo, Jesus, Senhor, Rabi, Deus, de vista.

29 julho 2009

O som lá de fora

Nos dias que não me sinto bem, ou estou ansioso com algo acerca da vida.

Ouço, da janela do serviço, atrás de mim, um som que me acalma.

Geralmente fica bem atrás de mim, percorrendo por entre a janela.

O interessante, é que só só audível, nas horas mais apertadas do coração.

São os pássaros, que tem aos montes, do lado de fora de onde trabalho.

Nas manhãs eles cantam mais, nas tardes, parecem que "conversam" mais.

E quando os ouço, não consigo dessassociar o ensinamento de Jesus Cristo sobre o tema.

Eles não semeiam nem ceifam, tampouco o Pai que estás nos céus não deixa que nenhum se perca.

Quanto mais não seria conosco, a quem Deus chama de filhos.

E quando, entre a persiana, olho lá fora, ouço o som da esperança, como um "Não temas, pois Estou aqui".

21 julho 2009

Os foras que todo mundo leva

Levar fora não é para qualquer um e, ao mesmo tempo atinge a todos.

Tem que ter jogo de cintura, garganta forte para engolir seco e sorriso amarelo para disfarçar.

Os oriundos do jogo da conquista são os melhores, afinal, rir deles no futuro é mais fácil.

Já os profissionais, não são tão agradáveis, tampouco quando a situação financeira não vai bem.

Dos familiares, já depende da família, e da sua condição perante ela, mas esta, dos foras, traz maiores probabilidades de retorno.

No âmbito institucional religioso, levar fora é mais comum que em ambientes seculares, tenta não se adequar ao sistema e você verá.

De todos os foras possíveis, gosto do ditado de que o pé da bunda te leva para frente.

E ir para frente, é coisa boa, nos dias de hoje.

Por mais que a sensação de queda seja patente, há males que vem para o bem.

Eu creio, que nos tropeços, erros, foras, pés na bunda, tive e tenho a oportunidade de ser alguém melhor, mais criterioso, mais amável e menos encafifado.

20 julho 2009

Conselhos desaconselháveis

* Vem comigo, depois te explico (porque não explicar antes?).

* Faça o que digo, não faça o que eu faço (porque não fazer o que você faz?).

* Casa de ferreiro, espeto de pau (porque não de ferro?).

* Você precisa me obedecer (preciso?).

15 julho 2009

Assim como nos filmes

Ultimamente Gálatas capítulo 5 tem sido repetidamente ouvido e lido por mim.

Viver pela lei não é o correto, isso seria uma afronta a liberdade ensinada por Jesus.

Gosto da parte da separação entre frutos do espírito e da carne.

A diferença é gritante, ou antõnima, para ser mais bonitinho.

Essa separação é bem nítida em filmes de comédia romântica.

Os caras malvados ou se convertem a bondade, ou são condenados ao fracasso.

As moças mais cobiçadas ou são conquistadas pelos CDFs no final, ou também se dão mal.

E os camaradas mais bobões, se dão bem no final, pela prática de planos que fazem dar certo, no final, fazem o filme ter um final feliz.

Se simplificassemos o cristianismo, seria assim, como um filme, com possibilidades de sermos felizes e de nos redimirmos.

14 julho 2009

As nuances da honestidade

Ser honesto não é fácil.

Não quando a desonestidade bate contra o próprio ego.

E você pode até achar que não as comete.

Mas em pequenas situações e em situações habituais, tenho certeza que não escapa um.

Seja uma caneta do serviço que não é tua.

Ou ainda ficar quieto quando um produto é cobrado mais barato do que estipulado na prateleira.

Seja lá como for, e em qual área for, ser honesto não é fácil.

Creio que a pior desonestidade permeia o coração.

É aquele que nos auto-engana, fazendo de você, consigo mesmo, alguém que não é.

Ser honesto consigo mesmo, acredite, é tarefa difícil.

Há uns por aí que dizem que se pode ser honesto, sem ser verdadeiro.

Esse seria o "x" da questão.

Particularmente, não vislumbro a possibilidade de ser honesto, sem ser verdadeiro, sem falar a verdade, sem ter máculas.

Não é fácil, quem disse que seria?

10 julho 2009

Nova Legis

Quanto mais leio o Novo Testamento, mais me deparo com a divisão entre a antiga aliança e a nova, o antes de Cristo e o depois, o antigo sistema de expiação dos pecados e a morte de um único homem por todos.

E esse "sangue da nova aliança" que muda todo o sistema , revogando o antigo, formando o novo, demonstra todo o cuidar do Divino, muito mais para com os gentios, outrora rebeldes ao Senhor Deus da nação israelita, isso pois os que eram "seus", não ouviam mais sua voz.

O sacrifício do cordeiro de Deus, extinguindo a possibilidade de sacrifícios de animais, isenta assim toda a humanidade de pecado, aquilo que desagrada a Deus e toda sua moralidade.

Jesus, o intitulado Cristo, denominado profeta, messias, mestre, senhor e rei, ensina ao seus discípulos a sutil diferença entre a vontade Divina (misericórdia quero) e a ultrapassada forma de ligar o homem a Deus.

Cumprindo a lei, Jesus a extingue. A lei, serve para estabelecer obrigações, seja de fazer, não-fazer ou dar. Sendo assim, como alega Paulo (o apóstolo) quem errar um mandamento dela cairá em toda ela, sendo culpado de todas as penas ali impostas.

Esse era o motivo da lei não aperfeiçoar ninguém, pois não possibilitava uma ressocialização do homem com seu criador.

E lá veio Jesus, nascido de Deus, para salvar-nos e possibilitar-nos viver esse novo tempo, onde somos salvos da perfeição, como bem escrito pelo Elienai Cabral Jr., recentemente.

09 julho 2009

Redenção

Certa feita, um grande amigo meu me comete uma barberagem no trânsito e ainda me inventa de mostrar aquele dedo que não deveria mostrar ao motorista indignado por sua irresponsabilidade.
Cá entre nós, erros não justificam erros.
O que meu amigo não sabia, o camarada era Policial Militar.
O Policial Militar, preciso dizer, pelo menos nessas bandas do Mato Grosso, ganha pouco, trabalha muito, fica em dúvida em relação a qual dos oitenta coróneis da PM obedecer e, raramente leva desaforo para casa.
Dito e feito, no caminho toparam com uma viatura, que o soldado militar resolveu chamar para um "apoio operacional".
Resultado: fecharam meu amigo na porrada.
Eis que eu, todo valente e indignado, em defesa do meu amigo indefeso, sugiro a ele uma medida justa, penso eu, denunciar o policial, obviamente.
Meu amigo com medo, pensando em sua família e no seu próprio erro, me diz:
"Deus irá julgá-lo".
Mais que na hora, penso em retrucá-lo, dizendo: "Nãão, DEUS irá redimi-lo, precisamos ajudar a tirar pessoas malvadas da polícia, com a justiça dos homens".
Mas como quase toda idéia de perdão e senso cristão passa longe dos meus lábios impuros, me calo.
Apenas respondo: "É, o Todo-Poderoso sabe o que faz".

06 julho 2009

Dor de ouvido

Se tem dor pior, me avise, quero fugir dela.

O mais legal é que cada médico passa um remédio.

Aí vai o camarada na farmácia, gasta suas economias (não são de todos baratos) para no outro dia um outro plantonista rasgar a receita de ontem e te receitar outros.

Ainda está doendo muito, mas se melhorar, até que será válido, caso contrário, que dá uma vontade de processar (infelizmente não dá nada), isso dá.

Desejo-me melhoras.

Afinal, to me esforçando para ser sarado.

05 julho 2009

1/4 de século

Em exatos 1/4 de século de minha existência, tenho sido testemunha de mim mesmo do quanto complicamos e viciamos o nosso viver com situações e problemas dos quais muitas vezes não existem, a não ser dentro de nós.

Nessa vida:

Já falei o que não devia, calei-me quando deveria falar.

Fingi que sabia, fingi não saber.

Assisti desenhos e filmes inapropriados e ouvi conversas que não deveria ouvir.

Chorei por causas justas e injustas, ou até mesmo sem causa.

Me alegrei por motivos banais, sorri em ocasiões inusitadas.

Senti que era diferente, mesmo sendo tão igual.

Pulei muros, machuquei o pé jogando bola, briguei na escola.

Fugi de casa, matei aula, menti muito.

Me apaixonei todo ano pela mais bonita da escola, nunca obtendo êxito em aproximações.

Achei-me com muitos valores e atrativos, percebi que era menos que mediano.

Quis ser importante, ainda quero, sem saber se é certo ou errado.

Pensei que não ia me machucar, quebrei a cara.

Fiz cagada, não contei para ninguem.

Apanhei calado, engoli seco, escondi as lágrimas, lutei pela vitória, consegui vencer.

Valorizei mulheres que não mereciam valor, menosprezei outras que mereciam ser amadas.

Procurei imitar os outros, percebi que era melhor ser eu mesmo.

Mudei de calçada para não ser visto, abaixei a cabeça para não cumprimentar.

Disse um "oi" sem graça, tentei falar algo sem sair nada da cabeça.

Cai de boca no chão, a dentista restaurou tudo.

Deixei o cabelo crescer, na aprovação do vestibular fiquei careca.

Fui carregado de tão bêbado, já carreguei uns bebuns aí para casa.

Batalhei duro para chegar aqui, sem muito esforço, paradoxalmente.

Ainda não me vejo no ápice da vida, mas pretendo continuar seguindo em frente.

Tenho aprendido sobre Jesus Cristo, varão galileu aprovado por Deus, que morreu na cruz para me salvar.

Fui expulso de uma igreja, fui aceito por outra, inaugurei outra.

Bati o carro no poste, fiz manobras radicais, me sinto um bom motorista.

Meu coração ainda bate forte a espera da amada, amanda, cláudia, josefa, seja lá qual for o nome, se vier será bem vinda.

Tento dia a dia conquistar o mundo, como o cérebro do desenho.

Luto com meus demônios pessoais como um héroi anime japônes.

Vivo a minha vida na esperança de completar o significado de ser cristão, sendo lembrado como discípulo daquele que nos amou primeiro.

Não é só isso, mas é quase isso.

Venha viver, ao meu lado, ou bem longe de mim, de modo que possamos fazer história, como grandes homens e grandes mulheres fizeram pela humanidade.

02 julho 2009

Ateísmo

Richard Dawkins alegou na feira literária de paraty 2009 que "é um grande desperdício pensar no que vem após a vida".

Dawkins é tido como o maior ateu do mundo, e tem travado grandes batalhas contra as religiões mundiais.

Por outro ângulo, não seria um desperdício não pensar no que vem após a vida?

Em uma das suas respostas, Dawkins disse que se encontrasse Deus, se escusaria com seguinte alegação: "não havia provas Deus, não havia provas".

Mais provas que o céu, o mar, a natureza em geral?

Mais provas do que o fato de um simples filho de carpinteiro mudar a história da humanidade, e ainda cumprir inúmeras profecias do antigo testamento nele mesmo? ( a probabilidade de se cumprir em uma pessoa seria uma e mais de um trilhão)

Não seria um desperdício não pensar no que vem após a vida e lutar noite após noite de insônia com a possibilidade de estar errado?

Mas ele apresenta seu lado positivo e que contêm apoio, a crítica às religiões.

Pois aquilo (ou aquele) que é religioso, prejudica o verdadeiro sentido de viver, e de crer num Deus que fez os céus e a terra.

A religião induz a tudo de ruim no ser humano, inveja, porfias, inimizades, e tantas outras situações das quais são tidas como fruto da carne, e não do Espírito.

O tema é longo, a discussão plena e vívida, a busca incessante.

Dawkins, se continuar sua busca, irá achar a verdade, nós, se também buscarmos, também acharemos, enquanto ela ainda se pode encontrar.

28 junho 2009

A vida é curta

E não sabemos aproveitá-la, com maturidade, responsabilidade e sabedoria.

E os dias passam, cada vez mais rápidos, sem que a vida seja vivida com qualidade.

27 junho 2009

Puxa Saco

Tem gente com mania de exaltar o outro.



O outro, nesse caso, sempre exerce alguma autoridade, seja no serviço ou no governo.



Faz-se de tudo para ser conhecido.



E ainda mais, para enaltecer o outro, que tem algum cargo.



Não é muito meu jeito de ser, muito embora todos queiram de alguma maneira agradar a um superior.



O fato é que nem sempre é bom puxar o saco, pois nem todo puxa-saquismo tem bons frutos.

25 junho 2009

O que te leva a fazer isso?

O que levaria uma mulher linda a se prostituir?

Ou um empresário a se enriquecer injustamente às custas alheias?

O que levaria as multinacionais a explorarem o povo?

Ou um homem a trair sua mulher?

O que leva o jovem a mudar de idéia?

Ou a senhora se acomodar com a vida?

O que leva à preguiça de pensar?

E de ler? falar? ouvir?

O que leva um casal se agredir?

E um filho a se rebelar?

O que te leva a crer que suas forças mudarão sua vida?

O que te leva a crer que Deus resituirá sua felicidade?

O que me leva a crer que poderia perguntar tanta coisa?

dinheiro, carência, maldade, preguiça, sono, violência, pecado...

Pode ser isso...Pode ser outra coisa...

O que me leva a fazer isso?

A resposta mais óbvia seria: não sei.

21 junho 2009

Casa de ferreiro,

Espeto de pau.

Já dizia o ditado.

Não convêm que seja assim.

Mas isso acontece e muito.

Temos todas as ferramentas para mudar, transformar, atingir, alterar, ajudar em algo.

Contribuímos até com as outras pessoas.

E nossas próprias casas, vidas, famílias, sonhos, não são concretizados por pura desídia.

16 junho 2009

Recupere Créditos

Quando eu trabalhava na Caixa Econômica Federal, era responsável pela inscrição em dívida ativa dos débitos administrativos relativos ao (tão famoso) FGTS - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

O setor se chamava: Recuperar Créditos.

Basicamente, a meta daquele setor era (recuperar créditos) trazer novas possibilidades de pagamento aos empregadores devedores do FGTS, seja por meio administrativo, seja pelo judicial.

O FGTS é um marco na história do trabalho brasileiro. Pouca gente consegue juntar dinheiro e esse "desconto" compulsório se mostra apto a ajudar muitos trabalhadores.

Pena (lastimável, eu diria) é que nem todo trabalhador tem direito ao FGTS e nem todo empregador o recolhe para seu empregado.

Porém, o não pagamento do FGTS gera ao empregador a impossibilidade de ter uma certidão negativa do CRF - Certificado de Regularidade Fiscal do FGTS.

E isso trava as empresas no âmbito licitatório, tributário e junto aos órgãos fiscalizadores como a DRT - Delegacia Regional do Trabalho.

No âmbito do serviço público, não existe esse benefício (claro, o Estado não iria querer ter esse ônus com os seus).

Voltando a recuperação de créditos, a meta principal era fornecer parcelamentos, milionários por sinal, aos empregadores mau pagadores.

Recuperar créditos na vida é buscar de volta aquilo que já quase desistimos.

O débito é tão grande.

A certidão só sai positiva.

O nome já está sujo.

Os sonhos jogados ao chão.

As perspectivas minguando.

E eis que surge um setor, de recuperação de créditos, que te fornece a melhor oportunidade possível de parcelamento para limpar a casa suja e renovar seus sonhos.

O manager é Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Esse eu garanto que não tem agendamento de consulta, não cobra honorários, nem consultas, nem testes ou ensaios, tampouco exames ou remédios. E o melhor, te atende na hora.

Vamos recuperar nossos créditos, junto a Deus.