IUS CORRIGENDI
É o direito de se corrigir, desde que com moderação, aos filhos por ex.
Para a maioria doutrinária é exercício regular de um direito.
Para outros, é um estrito cumprimento do dever legal.
Castigo moderadamente aplicado são lícitos, mas perigosos.
As escrituras ensinam que não se deve reter a vara aos filhos.
OFENDICULUS
Aparatos pré-dispostos na defesa de um bem jurídico.
Por ex. Muros com cacos de vidro, cerca elétrica, grades, alarmes, cachorro, etc.
Para ser lícita deve ser visível, com avisos e inacessível a terceiros inocentes.
É uma legítima defesa pré-ordenada.
As escrituras ensinam que se roubarem nossas túnicas devemos dar a capa.
25 junho 2008
15 junho 2008
Não entendemos
Quando o filho do carpinteiro nos diz que devemos ter fé do tamanho de um grão de mostarda.
Ou quando o Rabi estimulou o mancebo a vender tudo o que tinha.
Talvez quando o filho de Davi é chamado de Senhor sendo filho do senhor Davi.
E quando o Messias repudia os religiosos de plantão, acusando-os de cercearem os direitos do povo em adentrar ao Reino.
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Ou quando o Rabi estimulou o mancebo a vender tudo o que tinha.
Talvez quando o filho de Davi é chamado de Senhor sendo filho do senhor Davi.
E quando o Messias repudia os religiosos de plantão, acusando-os de cercearem os direitos do povo em adentrar ao Reino.
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11 junho 2008
Paradigmas
Os paradigmas são quem gostaríamos de ser.
Mas é um tipo de pessoa que faz aquilo que podemos fazer, ou já fazemos igual.
Olhamos e dizemos: faço o que ele faz, até melhor, e ele ganha mais que eu, ou quem sabe, tem mais fama ou crédito.
Quando o Rabi de Nazaré assumiu que era chegada sua hora, ensinou a seus seguidores que o discípulo não é maior que seu Mestre.
E quando se trata de discípulos, a disputa se torna acirrada para se ultrapassar os mandamentos ora ensinados, vide a briga dos apóstolos por quem era o maior.
Invertendo nossos conceitos, o Deus-encarnado falou que o maior deve ser aquele que serve.
O paradigma tem que ser quem serve, pois, na linguagem do Reino que é chegado, é assim.
Não querer ser como alguém que está por cima e tem as mesmas capacidades que você, até inferiores, não é algo que não se possa carregar, como disse o Mestre da Galiléia.
Se Ele disse, não poderíamos contestar.
Mas é um tipo de pessoa que faz aquilo que podemos fazer, ou já fazemos igual.
Olhamos e dizemos: faço o que ele faz, até melhor, e ele ganha mais que eu, ou quem sabe, tem mais fama ou crédito.
Quando o Rabi de Nazaré assumiu que era chegada sua hora, ensinou a seus seguidores que o discípulo não é maior que seu Mestre.
E quando se trata de discípulos, a disputa se torna acirrada para se ultrapassar os mandamentos ora ensinados, vide a briga dos apóstolos por quem era o maior.
Invertendo nossos conceitos, o Deus-encarnado falou que o maior deve ser aquele que serve.
O paradigma tem que ser quem serve, pois, na linguagem do Reino que é chegado, é assim.
Não querer ser como alguém que está por cima e tem as mesmas capacidades que você, até inferiores, não é algo que não se possa carregar, como disse o Mestre da Galiléia.
Se Ele disse, não poderíamos contestar.
04 junho 2008
Litígios
Também chamados de conflito de interesses, cizânias, brigas, querelas.
Ocorre quando alguém discorda de outrem e pestaneja acerca da sua posição.
Ou quando eu quero algo e você outra coisa, oposta.
Chamar alguém pra briga é ir contra as bases de crença e conhecimento dela.
Os litígios são resolvidos de diversas formas: naturalmente, administrativamente, judicialmente, ou talvez nem se resolvam, mas prolongam no tempo.
Conheço casos em que pessoas não se falam, por ocasião dos litígios.
O duro, não é se abster de andar com alguém, mas sim remoer aquilo dentro de si.
Quem sabe, como o Mestre disse, não devemos turbar nossos corações, e crer em Deus e também nEle, pois na casa do Pai há muitas moradas.
Disse também, em outras palavras e em uma linguagem diferente, que perdoar é o melhor remédio.
Ocorre quando alguém discorda de outrem e pestaneja acerca da sua posição.
Ou quando eu quero algo e você outra coisa, oposta.
Chamar alguém pra briga é ir contra as bases de crença e conhecimento dela.
Os litígios são resolvidos de diversas formas: naturalmente, administrativamente, judicialmente, ou talvez nem se resolvam, mas prolongam no tempo.
Conheço casos em que pessoas não se falam, por ocasião dos litígios.
O duro, não é se abster de andar com alguém, mas sim remoer aquilo dentro de si.
Quem sabe, como o Mestre disse, não devemos turbar nossos corações, e crer em Deus e também nEle, pois na casa do Pai há muitas moradas.
Disse também, em outras palavras e em uma linguagem diferente, que perdoar é o melhor remédio.
03 junho 2008
Dos dias
Tantas notícias diárias e tanta necessidade de informação.
No sábado tivemos o dia anti-tabagismo, um ótimo dia para tomar a decisão de parar de fumar.
Domingo é dia de descanso, nos nossos dias contemporâneos.
A segunda, cheia de cansaço, é dia de nos informarmos mais acerca da realidade.
Essa semana comemoramos o aniversário da independencia do Estado de Israel, 60 aninhos.
Como sempre, Israel é o termômetro entre Deus e o mundo onde vivemos.
A paz em Israel, uma vez decretada, nos trará mais problemas que imaginamos, talvez soluções.
Já na terça, por agora, só quero ir para casa, abraçar a caminha que me espera.
Vi uma reportagem sobre o ano de 1968 onde os estudantes da PUC e MACKENZIE no Rio lutavam em uma manifestação conhecida pelos mais de cem mil presentes da passeata nada tranquila.
E o tempo, como disse um zézão, não para.
No sábado tivemos o dia anti-tabagismo, um ótimo dia para tomar a decisão de parar de fumar.
Domingo é dia de descanso, nos nossos dias contemporâneos.
A segunda, cheia de cansaço, é dia de nos informarmos mais acerca da realidade.
Essa semana comemoramos o aniversário da independencia do Estado de Israel, 60 aninhos.
Como sempre, Israel é o termômetro entre Deus e o mundo onde vivemos.
A paz em Israel, uma vez decretada, nos trará mais problemas que imaginamos, talvez soluções.
Já na terça, por agora, só quero ir para casa, abraçar a caminha que me espera.
Vi uma reportagem sobre o ano de 1968 onde os estudantes da PUC e MACKENZIE no Rio lutavam em uma manifestação conhecida pelos mais de cem mil presentes da passeata nada tranquila.
E o tempo, como disse um zézão, não para.
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