Ando sonhando com o método Stephen Hopkins de digitação por olhar. Sim, meus dedos agradeceriam, não sei se meus olhos míopes gostariam, mas é uma opção que almejo no futuro para meus dedos ainda digitadores.
Já percebo vacilos na força, principalmente diante dos teclados nada macios que andam vendendo. Sem contar que não andam na mesma medida da mente, tendo eu que retornar à correção vez ou outra.
Coisas de nossa humanidade capitalista/produtiva, gerar papel, para um dia eles virarem combustível.
17 julho 2018
16 julho 2018
O fato do querer
Não é possível, lícito, determinado ou determinável, eu querer sem querer o querer do querer.
Eu quero, diz o bebê em sua indecifrável linguagem da necessidade.
Eu quis, é verbo passado do futuro indisponível.
Eu ando querendo, é duplo modo de querer querendo, fingindo que permanecerei querendo.
Quando quero, não sei quero, pois não penso a fundo nisso.
Quando não quero, não insista, posso talvez querer, ou, ainda, enraivecer-me por não querer.
O querer tem suas facetas, seus retalhos.
Eu me confundo com meu querer, enquanto ser que quer e não quer.
Quando quero, esforço-me (quase nunca), para cumprimento do querer.
Quando não quero, apenas não quero.
E de querer em querer eu vou querendo, enquanto viver.
Eu quero, diz o bebê em sua indecifrável linguagem da necessidade.
Eu quis, é verbo passado do futuro indisponível.
Eu ando querendo, é duplo modo de querer querendo, fingindo que permanecerei querendo.
Quando quero, não sei quero, pois não penso a fundo nisso.
Quando não quero, não insista, posso talvez querer, ou, ainda, enraivecer-me por não querer.
O querer tem suas facetas, seus retalhos.
Eu me confundo com meu querer, enquanto ser que quer e não quer.
Quando quero, esforço-me (quase nunca), para cumprimento do querer.
Quando não quero, apenas não quero.
E de querer em querer eu vou querendo, enquanto viver.
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