Levar fora não é para qualquer um e, ao mesmo tempo atinge a todos.
Tem que ter jogo de cintura, garganta forte para engolir seco e sorriso amarelo para disfarçar.
Os oriundos do jogo da conquista são os melhores, afinal, rir deles no futuro é mais fácil.
Já os profissionais, não são tão agradáveis, tampouco quando a situação financeira não vai bem.
Dos familiares, já depende da família, e da sua condição perante ela, mas esta, dos foras, traz maiores probabilidades de retorno.
No âmbito institucional religioso, levar fora é mais comum que em ambientes seculares, tenta não se adequar ao sistema e você verá.
De todos os foras possíveis, gosto do ditado de que o pé da bunda te leva para frente.
E ir para frente, é coisa boa, nos dias de hoje.
Por mais que a sensação de queda seja patente, há males que vem para o bem.
Eu creio, que nos tropeços, erros, foras, pés na bunda, tive e tenho a oportunidade de ser alguém melhor, mais criterioso, mais amável e menos encafifado.
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