Te peguei no flagra, com a mão na butija, na hora.
E não me espantei, apesar de não prever, que quando eu chegasse perto de você, isso iria acontecer.
E quando Paulo de Tarso iria de supresa a Corintos? E quando as cidades não tinham mais a presença do Nazareno?
A tentação, que é humana, e que tem livramento, falaria forte.
De modo tal, de jeito tanto, que um piscar de olhos em falso, remeteriam ao erro.
E se para cair é preciso estar em pé, não me venha com churumelas, me dizendo estar isento do isentável, estar livre do que se não pode evitar, erguendo esse nariz feio e essa voz que engana a muitos.
Queria te ver como eu queria me ver, ainda que em pé, ainda que caído, com humildade diante do Mestre, e o coração contrito.
Para essa querela, mesmo de calças curtas, só achei uma solução, temer a Deus em oração.
Levanta essa calça, guarda a botija no lugar, vamos caminhar até Emaús.
Nenhum comentário:
Postar um comentário