Dentre as possibilidades de intervenção do Estado na propriedade privada, encontra-se a desapropriação ou expropriação.
Nesta, que se dá por interesse social, utilidade pública ou necessidade pública, o Estado, mediante indenização, retira do poder do bem o próprio dono, e com isso, passa a ser o proprietário do mesmo.
Tem-se que observar se a função social da propriedade está sendo cumprida, pois se sim, não poderia haver expropriação.
Imagino que perder um bem não deve ser agradável.
Mais ainda, percebo que o Mestre nos ensinou que se nos tirassem a capa, deveríamos dar também a túnica.
O Cristianismo tem um lado até então não explorado pelos assim chamados.
Esse lado, se encontra em grande parte nos ensinamentos de Jesus em um Monte.
E os ensinamentos, embora sejam pesados, não são pesados.
Parodoxo ou contradição? Não sei. Mas o que sei é que estes, devem servir como parâmetro para uma vida mais saudável.
Nesta, que se dá por interesse social, utilidade pública ou necessidade pública, o Estado, mediante indenização, retira do poder do bem o próprio dono, e com isso, passa a ser o proprietário do mesmo.
Tem-se que observar se a função social da propriedade está sendo cumprida, pois se sim, não poderia haver expropriação.
Imagino que perder um bem não deve ser agradável.
Mais ainda, percebo que o Mestre nos ensinou que se nos tirassem a capa, deveríamos dar também a túnica.
O Cristianismo tem um lado até então não explorado pelos assim chamados.
Esse lado, se encontra em grande parte nos ensinamentos de Jesus em um Monte.
E os ensinamentos, embora sejam pesados, não são pesados.
Parodoxo ou contradição? Não sei. Mas o que sei é que estes, devem servir como parâmetro para uma vida mais saudável.
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