As leis protecionistas visam a equiparação dos mais fracos com os mais fortes.
Por finalidade acabam gerando outro pé de desigualdade e desparate.
O ordenamento jurídico brasileiro, enquanto normas escritas e postas para a sociedade tem a observância de princípios importantes como o da Segurança Jurídica e da Isonomia.
Ocorre que as pessoas leigas tem um senso de justiça meio que diferente, ou igual, digamos.
Como nos relatos históricos e até bíblicos, vemos que as massas clamam por uma justiça distorcida.
Querem justiça com os outros, que paguem por seus erros e que sirva de lição para quem mais o cometer.
Ao mesmo tempo, querem misericórdia para si, que sejam absolvidos pois se encontram arrependidos.
E isto é visto em todos os meios sociais, desde igrejas até clubes e presídios.
Condena-se aquele que não se conhece e querem perdão pelas cagadas que saem fazendo.
O Rabi ensinou que não deve ser assim.
Ele disse, claramente, que com a mesma medida que medirmos seremos medidos.
Também que não devemos reparar no cisco nos olhos dos outros, quando em nossos, encontra-se traves bem grandes.
Vivamos nossas vidas.
Cada um a sua, por favor.
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