Quem não o observa é tragado por ele.
Ele tem se abreviado e logo chegará ao fim.
O sopro de vida dado ao homem não dura mais que cento e vinte anos.
Enquanto se lê, o relógio está andando.
Mais rápido que imaginamos.
A geração da figueira que o Mestre tanto disse pode ser a nossa.
Preocupamo-nos com tudo, menos com o fim dos tempos.
E se este fim estiver tão próximo, seremos pegos com as calças-curtas.
Pois enquanto humanos, estamos longe da real sociabilidade.
E como cristãos, nosso discurso, como sempre, anda bem farisaico.
Pregar algo é lindo e encantador.
Viver é que são elas.
Como dizia Cazuza, o tempo não para.
Logo, também não devemos parar.
O tempo é igual o bicho-papão, se correr ele te pega, se ficar ele te come.
Um comentário:
Continuo visitando seu blog, diariamente, com uma ou outra falha. Nem sempre posso comentar. Mas procuro as palavras pelo chão (como diria o Brabo) e, na maioria das vezes, não as encontro.
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