Somos reformadores por instinto e natureza.
Poucas são as culturas que preservam suas raízes desde o início de suas comunidades.
Tendemos a facilitar o que está difícil e a dificultar o que está fácil.
Muda-se terminologias, vocábulos, vertentes, paradigmas e por aí vai.
Sempre tem algo a se acrescentar ou excluir dos nossos sistemas já postos.
Talvez reformas in mellus, ou in pejus.
Importa que seja exposto em ópticas diferentes e novas.
Lutero é um ótimo exemplo de reformador.
Lutou pela liberdade de interpretação das escrituras.
Isso é bom, porém, causa alguns problemas com determinado nicho.
O Mestre Galileu é um dos campeões em reformas.
Estabeleceu um novo tempo, a vinda do Reino dos Céus aos homens.
Pagou o preço da morte para estabelecer a verdadeira reforma.
E selou seu ministério com o advindo da ressurreição.
Sejamos sábios, para não cometermos reformas indevidas.
Mas sejamos cautelosos, para não deixarmos de observar os ensinamentos dos antigos.
2 comentários:
A reforma de Lutero (e todos os que a influenciaram) aconteceu na Europa, há 500 anos. Ela tem pressupostos muito bons e, sou um admirador deles. Nossa dificuldade é em relação à igreja que recebemos, sem esses pressupostos.
Passei para ler e não consegui mais parar !! estou encantada por suas palavras.
Posso voltar ?
abraços fraternos.
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