Tenho pensado muito em como nós, os seres humanos, não nos contentamos com o que temos.
E queremos sempre transparecer algo que não somos.
Ser aceitável aos olhos alheios é a meta de muitos.
Uma frase diz que peixes mortos nadam conforme a correnteza.
O Mestre em sua história de vida, nadou contra ela.
E nos disse que quem quisesse ser seu discípulo, deveria seguir seus passos.
O importante então a quem se diz cristão é ser e não ter.
Viver de acordo com o que nos foi proposto desde o nascimento.
E não tentar sempre demonstrar o que não somos.
Algo importante a se destacar, é que a partir do momento que conhecemos o Mestre, através das escrituras, algo muda em nós.
E mesmo que pensemos ou tentemos voltar a como éramos, resta prejudicada tal intenção.
Tamanho é a irresistibilidade do amor de Cristo para conosco.
Eu não conseguiria mais nadar junto com a correnteza, ainda que por vezes percebo que ela tenta me levar.
Contra ela eu vou e pretendo seguir, até o fim.
Quem se habilita?
Um comentário:
Você está propondo algo duro. Sidarta não aceitaria seu convite, nem eu. Melhor, mesmo, é não apressar o rio. Eu sou o exemplo mais bem acabado de quem nadou contra a corrente, a vida toda e veja o resultado. Jesus era Deus, cheio de super poderes, transformava água e vinho e pedras em pão. Nós somos meros mortais. Acho que o prêmio será dado pelo número de anos que conseguimos permanecer vivos.
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