Olhar ao horizonte
E ao mesmo tempo pra dentro do coração
E perceber a fragilidade da carne
Em contrapartida com a força do espírito
Lavar o rosto da poeira do dia
Fechar os olhos no frio da noite
E nas estrelas renovar os sonhos
Como um trovão a rasgar os céus
No simples toque de quem se ama
Na dura espera por quem amar
Trabalho então nunca faltou
E o descanso já descansou
Olhando a flor a desabrochar
Me vejo então em alto mar
Tomando o sol do meio-dia
Deitando a noite na cama fria.
Um comentário:
Em algum momento, não sei qual e nem quem, um poeta disse que em poesia o negócio é escrever muito. Não pare; portanto.
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