Ademais, o vento sopra sem eu pedir
Outrossim, o sol me queima sem eu querer
Te olhar é pedir para não ver
Te louvar é entoar sem perceber
Eu senti que suor me escorreu
Presumi que ocupar acabou
Considerando que superado choveu
O poder esvaiu pelo amor
No querer me alimento a sonhar
Em de pé, sigo a me firmar
É porquê o por quê eu não sei
Aprendi que lutar é viver
Beijar lona é abraçar ao Senhor
E clamar Eloi lamá é inerente a meu ser
Tendo próspero um vazio a preencher
Hipocrisiando o conjugar do inventei
Me coloquei na cruz sem desperdiçar a espada.
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