Diante das eleições, mudanças de governo que virão, ouso dizer, tudo é mais do mesmo.
Não há um justo sequer, já diz as escrituras faz tempo.
A coisa vai se repetir, como disse o Eclesiasta.
Também tem a célebre frase do violeiro, a coisa tá feia e preta, que não for filho de Deus, tá na unha do capeta.
A corrupção, o desvio de verba, etc sempre existiu, e não deixará de existir, já que é um dos elementos do DNA humano, desde o primeiro homem.
Ignorante somos nós, em pensar que um país recém saído da escravatura (120 anos é um pulo, historicamente falando), vai ter mudanças significativas em seu bojo.
O financiamento de campanha é ridículo. Milhões de reais doados.
Se ninguém dá nada de graça. Se todos emprestam a juros. Logo, quem financia campanha, vai cobrar depois.
E como pagar? Através de contratinhos, diziminhos, mensalinhos, nepotismozinhos etc.
Digo eu, não os outros, que o sistema jurídico brasileiro é bom, bem pensado e honestamente falando, sério e justo.
Contudo, existem brechas, que devem ser melhor trabalhadas por todos, inclusive nossos congressistas. Afinal, precisamos nos proteger com leis eficazes, de nós mesmos.
Sem perder o foco em Jesus ouso dizer que isto me importa mais do que deveria, dentro de mim.
O Mestre estava preocupado mais nas vidas que hoje receberiam o fome zero, que nas cúpulas romanas que governavam e desviavam recursos da petroroma.
Não, não tenho a pretensão de mudar o mundo que nem meu Mestre mudou, almejo segui-lo de modo a que as vidas mais carentes possam ser afetadas de algum modo pelo Mestre através de mim.
A questão é, know how? Enquanto só sei perguntar, vou capacitando aqui e acolá na pretensão de abraçar o maior número de conhecimento possível, a fim de não ser pego de calças curtas, situação que não pretendo que aconteça.
A realidade é uma só e a gente vive fugindo dela, somos o tal de ying e yang, parte bom e parte mau, metade honesta e metade desonesta, parte corrupta e outra incorrupta. E não adianta escapar.
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