Somos
seres afetos a musicalidade. Ela nos atrai, envolve e cerca. A música
também é tema terapêutico, chamada musicoterapia acho, pautada
historicamente, penso eu, no caso de Saul, então Rei de Israel, que era
atormentado por um espírito mau, mas achou no menino Davi um alívio,
quando este lhe tocava sua harpa, resultando no alívio do coração com a
saída de tal mau espírito lotado no então Monarca (1Samuel 16:23).
E a música é ligada a dança.
É interessante que até uma criança que nunca tenha ouvido uma música
sequer, se a ouve pela primeira vez, há de se balançar, como que
dançando.
E
música com a dança tem as suas mais variadas vertentes, desde a
religiosa até a promíscua. Varia de cultura em cultura, contudo, não
conheço etnia, país, região, tribo, que não seja ligada a musicalidade.
Diz-se, nas escrituras, que o chefe do setor de música no céu era o anjo Lúcifer, que decaiu com 1/3
dos demais anjos do céu (o vulgo demônio e seus asseclas). Mas também é
relatado que Deus gosta da música, tanto que o homem fora criado para
adorá-lo, com cânticos e louvores, inclusive.
A
música continua tão tentadora que é uma das formas mais disputadas para
a obtenção de fama e riquezas, ocasião em que emplacar uma única música
na mídia pode mudar a história de vida, socialmente falando, de
qualquer família.
O
dito popular diz que quem canta os males espanta, verdade que Saul
viveu, juntamente com milhares e milhares de pessoas, inclusive eu. Tá
certo que nem todas as vezes com a maior das qualidades musicais ou com
as letras mais puras e menos promíscuas, mas que espanta, espanta.
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