Lucas 9: 40 E roguei aos teus discípulos que o expulsassem e não puderam.
Ouvi dizer que na época de Jesus era quase que um caos.
Falta de saneamento básico, pessoas fétidas e a maioria sem nenhuma perspectiva de vida.
Como na família dinossauro, a profissão do pai (Dino) era a mesma do filho (Bob).
Se não houvesse profissão ao pai, muito menos ao filho, que era fadado ao sofrimento.
O ocultismo rolava solto, em Israel por debaixo dos panos, devido a sua religiosidade, e em outras nações descaradamente.
E não eram poucas as pessoas que "estavam/eram" endemoniadas.
Nessa situação, foi um pai que pediu a Jesus que libertasse seu filho, pois seus discípulos não o conseguiam.
Jesus antes de libertar o menino, disse que aquela geração era incrédula e perversa.
Se o disse referindo-se aos seus discípulos, ou a falta de fé da população, não sei.
Mas penso se aquela geração, que via os milagres, que não dispunha da tecnologia e posição social que temos (haja vista não ser normal ainda o acesso livre a internet, no mundo), que tinha tudo para crer, não o fazia, como seria hoje.
Como estamos longe, eu diria.
Mas se aquela geração, que via, ouvia e vivia, ainda assim era incrédula e perversa, quanto mais a minha que não vê, não ouve, não vive, com exceções das obras maravilhosas do Espírito Santo hoje espalhadas por aí, obviamente.
O espírito que tomava o corpo do menino foi repreendido por Jesus, e Ele o curou e o entregou ao seu pai.
Ao olhar pra mim, como vejo isso, incredulidade e perversidade.
Imagina se eu vivesse aquela época, de olhos fechados diria que ajudaria a crucificar o Cristo, Jesus.
Ai de mim, Ai de nós.
Até quando estarás ainda conosco e vos sofrerei? (vs.41b)
Um comentário:
Nietzsche diria que é mais uma das culpas que o cristianismo quer nos impor. Se fôssemos catequizados de outra forma, menos paganista talvez e mais graciosa, tais pensamentos jamais viriam às nossas mentes.
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