18 fevereiro 2014

2014

Ah, o tempo!
Ele tem sido generoso por aqui. Sinto falta de postar no blog, ser mais ativo na blogosfera, em que pese ainda ter a mesma característica (afinal, não se colhem uvas de espinheiros), de não ser tão profundo e prolixo quanto julgo que deveria ser.

Quando a gente vai crescendo (não se iluda, para algum lugar ainda se cresce), vai entendendo algumas coisas, ratificando a dúvida em outras, desconstruindo aquelas e continuando a errar nas mesmas.

Ainda leio os mesmos colegas da blogosfera, com menos intensidade e mais amor, sentindo muito por não ter afunilado mais as amizades e me alegrando por saber que não estou só em meus doidos pensamentos, principalmente acerca do Rabi Galileu e seus ensinamentos.

A cada dia deste século uma novidade aparece, uma responsabilidade quer te engolir e olhando para trás você apenas percebe que a história tende a se repetir, talvez se reformulando com algum esforço.

Tem dias que penso que a força da gravidade me remete a ser quem sou e ter o que tenho, mas há outros em que concluo ser o produto do meio, outros também em que me imagino sendo capitaneado pelo Divino, alguns em que luto pela mudança radical, bem como outros a que nem quero saber.

A vida é assim, curta e longa, feliz e triste, completa e incompleta e bem aventurado aquele a quem o Filho do Homem, o Senhor até do sábado (quanto mais dos outros dias), libertar, este será verdadeiramente livre!

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