10 janeiro 2010

Mais um ano.

Todos querem as mesmas coisas.

Resumindo, seriam conforto (habitação, locomoção, passeio, dinheiro, etc) e saúde.

Muitas são as formas, mas poderíamos dividi-las em lícitas e ilícitas.

As lícitas, a depender da origem, formação e disposição podem gerar obtenção de êxito nas metas da vida (o Lula, filho do Brasil, é Presidente).

Já as ilícitas poderiam resultar em impérios, que tão fácil como se levantasse cairiam, a la beira-mar, abadia ou arcanjo.

As religiões também prometem conforto e saúde. Umas em caráter terreno, outras no além.

O judaísmo, cristianismo, islamismo e outras consideradas religiões milenares defendem a existência de uma vida eterna.

Puxando a sardinha para meu lado, claro, Jesus, o Cristo, propôs algo diferente de conforto e saúde, para essa vida.

Sua campanha, em banquinhos nas praças e sinagogas de Jerusalém, Samaria e outros lugares consistiu em oferecer vida eterna, perdão de pecados, perseguições, disposição aos outros, amor com obras, suor, cansaço, bofetadas, aceitação e rejeição, dentre outros.

Não, ele não foi eleito. Não nessa política que fizeram com o nome dele.

Reuniões com objetivos políticos não fazem parte do que ele, Jesus, propôs.

No Reino dEle, tem que ser menor, tem que servir, tem que andar mais milhas, perdoar pecados, pedir perdão, confessar erros, bater no peito e clamar misericórdia.

Mais um ano em que no Brasil teremos eleições.
Mais um ano de mortes pela causa do Islã.
Mais um ano de americanos matando estrangeiros.
Mais um ano de promessas.
Mais um ano de desilusão.
Mais um ano de evangélicos envergonhando o evangelho.
Mais um ano de críticas infundadas.
Mais um ano.

Mais um ano.

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