10 julho 2009

Nova Legis

Quanto mais leio o Novo Testamento, mais me deparo com a divisão entre a antiga aliança e a nova, o antes de Cristo e o depois, o antigo sistema de expiação dos pecados e a morte de um único homem por todos.

E esse "sangue da nova aliança" que muda todo o sistema , revogando o antigo, formando o novo, demonstra todo o cuidar do Divino, muito mais para com os gentios, outrora rebeldes ao Senhor Deus da nação israelita, isso pois os que eram "seus", não ouviam mais sua voz.

O sacrifício do cordeiro de Deus, extinguindo a possibilidade de sacrifícios de animais, isenta assim toda a humanidade de pecado, aquilo que desagrada a Deus e toda sua moralidade.

Jesus, o intitulado Cristo, denominado profeta, messias, mestre, senhor e rei, ensina ao seus discípulos a sutil diferença entre a vontade Divina (misericórdia quero) e a ultrapassada forma de ligar o homem a Deus.

Cumprindo a lei, Jesus a extingue. A lei, serve para estabelecer obrigações, seja de fazer, não-fazer ou dar. Sendo assim, como alega Paulo (o apóstolo) quem errar um mandamento dela cairá em toda ela, sendo culpado de todas as penas ali impostas.

Esse era o motivo da lei não aperfeiçoar ninguém, pois não possibilitava uma ressocialização do homem com seu criador.

E lá veio Jesus, nascido de Deus, para salvar-nos e possibilitar-nos viver esse novo tempo, onde somos salvos da perfeição, como bem escrito pelo Elienai Cabral Jr., recentemente.

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