02 fevereiro 2009

Quem sou, quem fui, quem eu queria ser...

Estou muito bravo com meu computador!

Passou de 7x7 vezes que o perdoo. Ocorre que os textos se perdem na medida em que os escrevo.
Não sei se é por ser o Windows Vista, mas sei que isso, exatamente agora, me irritou muito.
Quem puder ajudar, please!

Tinha acabado de escrever sobre alguns dos caminhos que tentei trilhar e até cheguei a sentir a poeira no rosto de vários.

Caminhei pelos setores da igreja evangélica, como neopentecostalismo, pentecostalismo clássico, tradicionalismo e fundamentalismo.

Extra-protestantismo fui católico, me debandei ao espiritismo de Allan Kardec, Chico Xavier e Zibia Gasparetto sem contar que na minha infância fui compelido a freqüentar terreiros de macumba.

Ainda ouço os atabaques e os espíritos (que hoje julgo por malignos) incorporando em pessoas para beber, fumar, dar risada, fazer outras mais e aconselhar os seus “filhos” e "cavalos".

Também quis ser várias coisas. Já tentei ser peão de rodeio, fazendeiro, roqueiro, músico, piloto de corrida, administrador de empresas e pasmem, até pastor batista.

Na área do direito, sonhei em ser procurador de estado, defensor público, promotor de justiça, juiz, analista e qualquer coisa que ganhe mais do que meus pais.

Hoje vejo que não tenho nada definido ainda.

Minhas crenças a respeito do Deus Infinito, mudam conforme as estações.

O que era para mim irrelevante se tornou relevante.

O que era inadmissível se tornou possível.

E o que era aceitável se tornou intragável.

Minha profissão ainda me faz sonhar com alvos quase que inatingíveis.

E minhas aspirações mudam com a mesma freqüência que eu mudo de canal na tv.

...

Um comentário:

Lou Mello disse...

Dizem que eu causo isso nas pessoas, mas não acredite. É tudo mentira.