17 abril 2008

Sutilmente

Como estamos em constantes mudanças, no que tange as regras interpretativas, não só do direito, mas dos aspectos principiológicos dos quais o direito a dignidade humana tem se sobreposto, creio na prisão da liberdade, ou seja, a teorização da vida em detrimento de realmente vivê-la.
Urge salientar que caminhamos rumo a era institucional, onde o que se valoriza são momentos coletivos e difusos, uma vez que implicitamente perdemos a liberdade individual, que tem por supremacia o todo, o público.
Isso só é perigoso, devido ao fato de que, esta sucessão de eventos é enganosa, e se assim não fosse, já teríamos saído da teoria há muito tempo.
Ou como (mais ou menos) disse o Lula, falar do Brasil na Suiça com a bunda sentada na cadeira é fácil.

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