16 janeiro 2008

Estórias contadas

Uma história tem no mínimo duas versões.

De cada ângulo se obtêm uma versão.

Corromper a verdade é intríseco à humanidade.

E olha que somente no sentido literal, pois o que é VERDADE, nunca se corrompe.

As escrituras dizem que o Rabi de Nazaré é a verdade.

E que esta liberta.

Bem, meias verdades são, falando sério, histórias pra boi dormir.

Talvez, devamos observar melhor o que nos contam, ou, melhor dizendo, o que nossos ouvidos escutam e olhos leêm.

Para que não sejam estórias, cheias de inverdades.

Um comentário:

Fraternus disse...

Wander,
está aí um dilema dificílimo: ver a verdade de acordo com suas várias facetas...

Bom texto. Completamente fora do padrão
pragmático americano que tende a tornar A VERDADE em um só versão pra lá de tendenciosa.
Vc está correto após o “O Vácuo Primitivo” corromper a verdade tornou-se a marca do melodrama humano.

Abrçs,
Roger