30 outubro 2007

Reforma

Somos reformadores por instinto e natureza.

Poucas são as culturas que preservam suas raízes desde o início de suas comunidades.

Tendemos a facilitar o que está difícil e a dificultar o que está fácil.

Muda-se terminologias, vocábulos, vertentes, paradigmas e por aí vai.

Sempre tem algo a se acrescentar ou excluir dos nossos sistemas já postos.

Talvez reformas in mellus, ou in pejus.

Importa que seja exposto em ópticas diferentes e novas.

Lutero é um ótimo exemplo de reformador.

Lutou pela liberdade de interpretação das escrituras.

Isso é bom, porém, causa alguns problemas com determinado nicho.

O Mestre Galileu é um dos campeões em reformas.

Estabeleceu um novo tempo, a vinda do Reino dos Céus aos homens.

Pagou o preço da morte para estabelecer a verdadeira reforma.

E selou seu ministério com o advindo da ressurreição.

Sejamos sábios, para não cometermos reformas indevidas.

Mas sejamos cautelosos, para não deixarmos de observar os ensinamentos dos antigos.

2 comentários:

Lou Mello disse...

A reforma de Lutero (e todos os que a influenciaram) aconteceu na Europa, há 500 anos. Ela tem pressupostos muito bons e, sou um admirador deles. Nossa dificuldade é em relação à igreja que recebemos, sem esses pressupostos.

Alice disse...

Passei para ler e não consegui mais parar !! estou encantada por suas palavras.
Posso voltar ?
abraços fraternos.