22 junho 2007

Atualidades

Vivemos em uma época que beleza, dinheiro e superficialidade é que comandam.

Não nos relacionamos com pessoas feias.

Por conseguinte, pobres não tem vez.

Finalizando, os relacionamentos não se aprofundam mais como antes.

Perdemos o rumo, diria eu.

Tenho dúvidas quanto ao que o Messias/ Cristo queria dizer com "o amor de muitos se esfriará".

Pensou eu que é o amor relacional, amor-próprio, ao próximo.

Haja vista se for o amor a DEUS, estaria inerente a salvação, o que tenho crido (fui ensinado assim) que uma vez salvo, sempre salvo, é irrevogável, não há como abandonar a salvação.

Se for no primeiro caso, está se cumprindo, amamos cada vez menos e quando nos entregamos, fazemos isso de uma forma doente e sem nenhum preparo seja espiritual ou sentimental.

No segundo, podemos dizer que também se cumpre.

É uma época de evangelização em massa, e que quase na mesma medida que "alcançamos" as vidas, elas se esvaem e se perdem como as sementes da parábola.

Amar seria a solução.

Como a volta de Jesus tão iminente, e com tudo que ocorre diariamente, seria mais cômodo cruzarmos os braços e não nos posicionarmos.

Então correríamos o risco de ser rejeitados pelo Mestre, dizendo "Apartai-vos de mim."

Paradoxos.

Somos assim, constantemente inconstantes.

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